sexta-feira, 17 de julho de 2009

Enfermidades Urbanas

Com a formação dos grandes centros e a busca pela felicidade, o homem do século XXI enfrenta enfermidades que afetam além do corpo, atingem a alma.

Diante disso, gostaria de convidar você a estar conosco para uma breve meditação sobre os seguintes temas expostos no flyer abaixo:

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Visão e Envolvimento

No domingo passado (07.06.2009), estávamos conversando na igreja sobre a “Igreja Orgânica”, ou seja uma igreja que exala vida, que existe muito além do mecanicismo gerado pelas programações e um dos aspectos importantes da nossa conversa foi em torno da seguinte afirmação: A sua visão de Igreja, mostrará o seu envolvimento com ela.

Baseado em quê eu faço essa afirmação? Bom, exitem alguns exemplos que verifiquei ao longo da experiência cristã que mostram isso:

“IGREJA É INSTITUIÇÃO”

Para essas pessoas a igreja é um local onde os cargos possuem importância. A dinâmica da fé acontece na medida em que ela conquista cargos nessa instituição. A realização pessoal é via autoridade e respeito conquistado a partir dos títulos. Sempre motivado a ser mais dentro da instituição.

“IGREJA É UM LUGAR ONDE ME SINTO BEM”

Para esses, a igreja é um oásis no meio do deserto, apenas para aproveitar e desfrutar dos benefícios. Não podemos jamais contar com essas pessoas, porque afinal de contas elas são turistas que desfrutam do melhor, sem nenhuma responsabilidade ou comprometimento. Não existe dinâmica da fé,

apenas flashes de prazer, doses de serotonina que geram aquele sentimento de bem estar e sair feliz ao final do encontro.

“IGREJA É A CASA DE DEUS”

Os que possuem essa visão, olham para a igreja como o lugar de encontrar a Deus. Onde a semana passa, sem nenhum relacionamento com ele. E os outros seis dias? Essa pergunta foi muito bem respondida pelo escritor Paul Stevens e que também foi o título de seu livro. A igreja para os que a definem assim é um local que deve ser protegido do mundo, do mau e da cultura.

“EU SOU A IGREJA”

Voltando ao título desse texto: visão e envolvimento. A forma como você define a igreja é a forma que você se envolve com ela. Deixe-me falar um pouco de como eu vejo a igreja e certamente serei muito injusto neste momento porque essa visão é um mosaico de idéias de várias pessoas que influenciaram e influenciam minha vida. E ao falar sobre isso, não significa que eu viva essa igreja plenamente, algumas vezes é um ideal, um sonho, mas também um exercício, um desafio, um alvo para vivê-la.

Eu sou a igreja e vendo a igreja em mim, desejo amá-la como me amo e sou amado. Vejo a igreja como aglomerado de imperfeição, peregrinos marcados por histórias, seguindo a sua história e marcado histórias como sinal do Reino de Deus na sociedade.

Igreja é gente contagiante, que fala daquilo que se está cheio e derrama sobre outras vidas esperança e missão, privilégio e responsabilidade, graça e perdão, aceitação e confrontamento. Igreja é vida, é organismo dinâmico, que infiltra de forma subversiva o fermento da transformação, que muda  significativamente as estruturas mais profundas do ser humano, mente e coração são influenciados por esse fermento.

Igreja é onde minhas dúvidas e certezas são constantemente, sanadas e alteradas pela dinâmica do Espírito Santo, sempre ampliando e equacionando minha visão de Deus.

Igreja é lágrima e sorriso que se fundem em vidas, sedentas por transformação, inconformados com as mazelas do homem em busca da semelhança com Cristo.

Deus é Gracioso, a igreja deve ser Graciosa

Pr. Gustavo Bacha

 

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Jesus é a Resposta! (Mas qual é a pergunta?)

 

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Nosso Perfume

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...São uma oferta de aroma suave, um sacrifício aceitável e
agradável a Deus (Fl 4.18).

Todos temos ideais na vida, mas parece que a cada dia, a mídia
através da TV, das revistas, das novelas, vêm nos vendendo
padrões falsos, que são manipulados porque visam um lucro
final. Os ideais têm se tornado pequenos.

Muitos meninos querem virar homens e serem jogadores
de futebol famosos e ricos. Muitas meninas querem virar
mulheres e serem modelos famosas e ricas.
Como dizia nosso querido Salomão: “Vaidade – tudo é
vaidade”. A vida é mais do que isso, porque essas coisas são
finitas acabam, morrem, apodrecem.

Por esse mundo já passaram muitas pessoas que não se
deixaram abalar pelo ideal do dinheiro ou da fama. Pessoas
que mesmo estando rodeadas da mais negra miséria, do
cheiro da morte e da podridão tinham um ideal e não abriam
mão dele. Madre Teresa de Calcutá foi uma delas. Uma cristã
exemplar que com sua alma maravilhosa, glorificou Jesus e
muitos de seus ensinamentos. Qual seria o perfume que ela
usava? Chanel? Armani? Não! Ouvimos no último culto, um
testemunho impactante de uma jovem de 76 anos que cuida
bem perto de nós, daqueles que foram descuidados pelo
mundo vil. Qual o perfume que Vó Miriam usa? Boticário?
Dior? Não!
Ambas usavam e usam o bom perfume de Cristo.

Aquele que deixa uma suave fragrância de amor no ar, aquele
que provoca um desejo de esvaziar-se e de servir, para que
muitas pessoas tenham uma visão do céu.

Qual tem sido o seu e o meu perfume? Será que podemos
usá-lo com nosso ideal de vida?
Jesus deve ser o nosso perfume, que sobe até o altar do
Senhor Deus. Que se espalha através de nossos atos e
palavras na vida das pessoas ao nosso redor. Que vai adiante
de nós ou que deixa o rastro de nossa passagem. Se nesses
tempos maus, o cheiro da morte tem rondado a sua vida, e
se isso tem provocado um ideal menor, permita que Jesus
transforme esse quadro. Só ele pode fazer tudo novo e nos
deixar com seu suave perfume, que será derramado na vida
de todos os que estiverem ao nosso redor.

Não existe aroma melhor que o bom perfume de Cristo.

Andréa Pavel

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Brennan Manning

Tomando Banho em Água Suja

Quantas vezes, eu e você, nos envolvemos pela cultura da recompensa. O que seria isso? Bom, para esclarecer, vou citar um exemplo. Quando erramos o alvo, ou seja, pecamos e percebemos o erro que cometemos, nos sentimos as piores pessoas do mundo. E junto com esse sentimento, vem a “certeza” de que, agora vai demorar pra Deus me abençoar.
Isso acontece, porque sempre associamos as bênçãos de Deus a nossa conduta.
Acontece que, se formos bem sinceros, quando é que “de fato”, merecemos as bênçãos de Deus? Eu posso falar por mim, jamais.
Com isso, não quero incentivar uma vida torta, com o seguinte pensamento: “certo ou errado Deus vai me abençoar”.
Esse tipo de sentimento pode surgir em nosso coração, mas não tem a menor coerência com as escrituras. Todo coração que se rende a Jesus, aprende a viver e a conviver com a Graça de Deus, buscando sempre a santidade como fonte de vida.
Jesus se denominou, Água viva, a fonte de toda vida, sempre que menosprezamos a graça de Deus, sempre que a barateamos com a cultura da recompensa, nos banhamos em água suja.
Qual então o ideal de Deus? Como proceder?
“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.”  Tito 2:11-14 

 

 

Pr. Gustavo Bacha

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Lidando com o Impostor

Paulo, o apóstolo, escrevendo aos Romanos no capítulo 7 disse“ Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.”
Um dos maiores pensadores cristãos de nosso tempo, Brennan Manning, escreveu em seu livro “O Impostor que Vive em Mim” algumas idéias que nos ensinam a expor esse impostor que vive dentro de nós à presença de Cristo.
Um primeiro passo que devemos tomar, foi exatamente o que Adão fez quando pecou e se escondeu de Deus, saiu de seu esconderijo, aceitando o acolhimento de Deus, em Gn 3.9 “Mas chamou o Senhor Deus ao homem, e perguntou-lhe: Onde estás?” Precisamos ter a consciência que Deus conhece esse impostor que vive dentro de nós e nos aceita, não apesar dele, mas com ele.
Uma Segunda atitude que devemos tomar é a de nos amar. Pois Deus nos ama. “Porque o detestar-se é a doença dominante que aleija os cristãos, sufocando o crescimento do Espírito Santo” em nós, afirma Brennan.
Se quisermos ser instrumentos de Deus no processo de conduzir pessoas a Ele, devemos entender que esta graça não é transmitida a partir da invulnerabilidade, mas sim a partir de nosso sofrimento e restauração, pois é assim que a graça de Deus foi transmitida pelos profetas, pelos apóstolos e por Jesus.
Porque seria diferente comigo?

Pr. Gustavo